segunda-feira, 27 de maio de 2013

A fragilidade da Direcção espelhada na continuidade de Jesus

Quanto a mim a tão falada continuidade de Jesus mostra o quão frágil é ainda o Benfica.

Um Benfica forte, com uma estrutura forte NUNCA pode depender de um treinador.

O treinador do Benfica tem de ser capaz, como é óbvio, mas NUNCA pode ser a chave para o sucesso / insucesso de clube.

Tenho de pegar mais uma vez num exemplo, do porto, sem dúvida alguma a estrutura mais forte do Futebol Mundial, na época em que perdeu Vilas Boas a 15 dias de começar a época.
Resultado?
Foi campeão nas duas épocas seguintes.
Porquê?
Porque tem uma estrutura forte.
Porque controla a arbitragem.
Porque controla ... até algumas equipas.

O que se passa no Benfica?
Dá a ideia que se Jorge Jesus sair o Benfica acaba. E isto NUNCA pode acontecer.

Aliás, penso que um dos erros do actual Benfica é Jesus não ter ninguém com mão nele.
Jorge Jesus é de longe o treinador mais competente que vi no Benfica, agora a sensação que me dá é que Jesus põe e dispõe e não tem de prestar contas a ninguém.
E isto NÃO pode acontecer.

O caso do defesa-esquerdo é sintomático.
No alto da sua cagança veio dizer que ia fazer de Melgarejo o defesa esquerdo do Benfica.
O que aconteceu?
Na altura decisiva da época meteu o seu Melgarejo no banco e apostou em André Almeida.
ALGUÉM tem de perguntar a Jesus o que é feito afinal de Melgarejo, o seu defesa esquerdo.
E não, pelo que me apercebo ninguém pergunta o que quer que seja a Jesus...com medo de o ofender e que ele se vá embora.
O Benfica foi, é e será SEMPRE o Benfica.

Com isto não quero dizer que seja a favor da saida de Jorge Jesus.
Por mim, o problema não está em Jorge Jesus, está na fraco acompanhamento por parte da Direcção.

Temos de ter uma Direcção mais forte, presente, que faça de cada jogo uma final, que faça de cada final uma final para ganhar...

Temos de ter uma Direcção que ganhasse o jogo ao Estoril em casa até com os Juniores... e não uma direcção em que nessa semana tenha tido o seu Presidente no Brasil a tratar de negócios pessoais.

Enquanto assim não for continuaremos a ganhar de 10 em 10 anos...

E agora?

Sinceramente... não sei.

Penso que o grupo de trabalho, mais que ninguém, pode dizer se quer ou não a continuação de Jota Jota. Nota-se muita saturação por parte do plantel para com o treinador mas isso não é de agora.

Relativamente à época, acabamos com 0 títulos mas, por favor, não me venham com a história de "estamos no pote 1 da Champions". Então o Benfica que nos últimos 20 anos ganhou 2 campeonatos ainda fala em Champions... Por favor, temos é que ganhar ganhar ganhar Campeonatos e inúmeros títulos em Portugal. Isso é que é mais importante para já.

Já foi referido aqui no blog o que temos que fazer e mudar para ter a consistencia necessária e ganhar mais vezes, muitas vezes. No Benfica a vontade de vencer é nula por parte da estrutura e assim não há milagres para ninguém...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Leonor Pinhão

"91 minutos à Benfica"
Tenho dado por mim a pensar com alguma frequência numa certa coisa. Precisamente nisto: no futuro, mais ou menos próximo e traga ele o que trouxer, como recordarão benfiquistas esta época de 2012/2013? 
Calma. Escusam de me vir lembrar, pressurosamente, que ainda falta a final da Taça de Portugal. Eu sei. É já no próximo domingo à tarde no Jamor, como manda a tradição. 
O Benfica vai jogar a sua última final da época com o Vitória de Guimarães de Rui Vitória. Só dizer isto, “o Vitória de Guimarães de Rui Vitória” é, podem crer, expressão franca de elogio ao trabalho de um treinador que fez renascer a alma vimaranense para as emoções maiores do futebol.
Para cúmulo chama-se, ele próprio, Vitória de apelido. 
Nos momentos de maior pessimismo que, inevitavelmente, se seguiram e se continuam a seguir aos injustos desaires no campeonato nacional e na Liga Europa tem havido ocasiões em que até o apelido do treinador do Vitória de Guimarães me causa, confesso, calafrios. 
E nem é preciso dar grandes largas à imaginação. Basta só deitar-me a imaginar o dia seguinte, em caso de vitória do Vitória de Rui Vitória, e as grandes parangonas nas primeiras páginas dos jornais com VITÓRIA & VITÓRIA em letras garrafais sobre um fundo de festivos papelotes brancos e pretos, as cores de Guimarães no que ao futebol diz respeito. 
Esqueçamo-nos por momentos da final da Taça de Portugal. Até porque já sabemos o que nos espera. Se o Benfica a ganhar, como espero que aconteça, com todo o respeito pelo Vitória de Guimarães, os nossos rivais vão imediatamente desvalorizar o troféu porque é do seu interesse acentuar e pôr toda a tónica na desdita que nos caiu em cima nos jogos com o Estoril, com o FC Porto e com o Chelsea (por esta ordem). 
Se o Benfica ganhar a Taça de Portugal, coitada da Taça de Portugal, lá se vão os pergaminhos da vetusta competição que, na retórica, passa a ter menos importância do que a Taça da Liga num abrir e fechar de olhos. A acontecer, não se enervem benfiquistas. Seria precisamente o que faríamos, sem dó nem piedade, aos nossos rivais passassem eles por semelhantes tormentos. 
Se o Vitória de Guimarães sair vencedor do Jamor, também já sabem o que nos espera, não é verdade? A Taça de Portugal é promovida a Liga dos Campeões. E nós bem tramados com o que vamos ter de ouvir. 
 
São estas razões mais do que suficientes para deixar de lado, e já não era sem tempo, a questão da Taça de Portugal – que seja uma festa, um grande jogo e que vença quem for melhor! – e voltarmos ao assunto do início. 
No futuro, venha o que vier, como recordarão benfiquistas esta época de 2012/2013?
O 92 virá inapelavelmente à colação. O Benfica perdeu o campeonato nacional ao minuto 92 no Porto e perdeu um título europeu que persegue há mais de meio século ao minuto 92 na Arena de Amesterdão. Por não trazer qualquer espécie de novidade nem acrescento de monta a esta conversa, nem é preciso grande demora a elogiar todo o saber estar dos nossos adeptos nestas horas más. Foram maravilhosos. Já se sabia.
Aliás quanto mais o Benfica é do Benfica e quanto mais está entregue ao Benfica, melhor é o Benfica. Isto também já se sabia mas convém sempre recordar. 
E de árbitros? O que dirão, no futuro, os benfiquistas dos árbitros de 2012/2013? Julgo que, por exemplo e para variar, Pedro Proença vai passar incólume. Deve agradece-lo e muito a James Rodriguez que, já perto do fim do clássico no Porto, falhou escandalosamente no frente-a-frente com Artur depois de uma arrancada em posição, convenhamos, de flagrante irregularidade. 
Poderão, porventura, referir-se, no futuro, a este título do FC Porto como o do “ano das cinco mãos” ou, de forma mais personalizada, como “o campeonato do Hugo Miguel”. Mas para quê? No futuro, benfiquistas, não percam tempo com essas coisas que só nos ficam mal porque esse continuado lamento até nos passa um atestado de incompetência (crónica). 
Hugo Miguel é um árbitro como outro qualquer. Tem dias bons e tem dias maus. De acordo com um antigo balanço feito pelo “Público” ao processo de corrupção que abalou o nosso futebol, Hugo Miguel foi um dos árbitros sobre os quais caíram vagos indícios dourados mas “a situação acabou por ser arquivada porque a má qualidade de som da escuta” impediu que a matéria em causa pudesse “ser analisada pela equipa de peritos”. 
Irrelevâncias. E dal forma irrelevantes que não impediram o árbitro em causa de vir a ser promovido à primeira categoria. Há coisa de um ano, Vítor Pereira, o presidente dos árbitros, não o treinador do FC Porto, afirmou numa entrevista que “esta geração de árbitros já não é a dos quinhentinhos”. Tem toda a razão. Não é mesmo. 
No entanto, ainda é de forma substancial a geração do apito dourado. Tenho para mim, por ser supersticiosa, que enquanto esta geração de árbitros contemporânea do apito dourado se mantiver de pé até ao último homem, o Benfica só ganha um campeonato de cinco em cinco anos. Oxalá me engane.
 
Tenho, no entanto, por certo que os benfiquistas recordarão, no futuro próximo e no distante, que a época de 2012/2013 coincidiu com a passagem pelo Benfica de um jogador sérvio absolutamente notável chamado Matic. Tivesse o Benfica sobrevivido ao minuto 92 no Porto, posso garantir que estaria agora a escrever que este tinha sido o “campeonato do Matic”. 
Como não sobreviveu, vejo-me forçada a escrever, com muita pena, que este foi decididamente “o campeonato do Kelvin”, pela importância astronómica dos golos do jovem brasileiro nos jogos contra o Sporting de Braga e contra o Benfica. Antes isto do que passar os próximos meses a chorar “o campeonato do Hugo Miguel”. 
Os benfiquistas mais inclinados para as questões prementes da equipa de futebol – e julgo que serão todos – recordarão esta época como aquela em que o Benfica não colmatou minimamente as inevitáveis vendas de Javi Garcia e de Axel Witsel e entregou durante o ano inteiro o trabalho no “miolo” a dois homens – ao tal Matic e ao “adaptado” Enzo Pérez. 
Ambos deram tudo o que tinham e também o que não tinham. Obrigada. Mas sempre que foi preciso ir buscar ao banco gente para os substituir, a coisa correu mal porque nem Carlos Martins nem Pablo Aimar alguma vez se mostraram em condições de estar ao nível da primeira linha. 
Muitos recordarão assim esta época em que o Benfica jogou com autoridade e brilho durante meses a fio mas em que viria a claudicar nos momentos decisivos porque a sua segunda linha, quando foi chamada, ficou muito longe da primeira linha por razões que saltaram à vista. E nem percam tempo a apontar o dedo a Roderick no golo de Kelvin nem a Jardel no golo de Inanovic. Não é com estas coisas que se deve perder tempo.
Quanto ao passado, estamos conversados. 
Quanto ao futuro, ninguém o conhece, excepção feita ao bruxo de Fafe. Mas dá-me ideia de que o bruxo de Fafe está comprado porque apita sempre para o mesmo lado.
Sei, no entanto, como gostaria de recordar, daqui a alguns anos, esta época do Benfica.  
Assim:
Como a última época antes da grande viragem, a época em que se estreou André Almeida como titular, a época em que se aprendeu que são dispensáveis conferências de imprensa a dizer mal dos árbitros quando o Benfica até seguia na liderança com 4 pontos de avanço a poucas jornadas do fim e depois da Capelada do derby, a época em que os nossos adoráveis adeptos confortaram os nossos jogadores nas horas de infortúnio, a época em que, depois de tanta lágrima, o presidente renovou o contrato com o treinador porque sabia que estava no caminho certo. E o tempo deu-lhe razão.
E já faltou mais tempo. Este ano estivemos perto. Depois de uma longa caminhada já chegámos ao patamar dos 91 minutos à Benfica. Penso que com mais 2 ou 3 minutinhos dá-se a volta à coisa e não tarda." in A Bola

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Para que ninguém diga que não se avisou





O BENFICA PRECISA DE UM DEFESA ESQUERDO !!!!!



O que nos falta para ganhar, ponto por ponto (para ser mais fácil perceber)

Ponto nº 1 - Temos de identificar claramente o porto como alvo a abater.

Ponto nº 2 - Para lhes ganharmos temos de pelo menos iagular o nível de tesão.

Ponto nº 3 - Temos de ter gente no Benfica a trabalhar e a pensar Benfica, 25 horas por dia, 24 não chegam, inventem mais uma hora.

Ponto nº 4 - Temos de ter gente na estrutura do Benfica que pense assim, "O Estoril fodeu-nos o campeonato... Só se não pudermos é que não os mandamos para a II Liga, mas com eles a saberem que fomos nós Benfica que os fodeu"

Ponto nº 5 - Temos de ter gente na estrutura do Benfica que pense assim, "O Nacional não joga com os melhores jogadores contra o porto e entregam o jogo? Estes filhos da puta quando vierem à luz equipam-se na garagem,e o filha da puta do presidente rui alves vai ver o jogo no meio dos No Name..."

Ponto nº 6- Temos de ter gente na estrutura do Benfica que pense assim, "Os Adeptos do Benfica em braga são presseguidos e o Benfica enxovalhado quando perde em Braga?? Estes filhos da puta quando vierem à luz equipam-se na garagem,e o filha da puta do presidente salvador vai ver o jogo no meio dos No Name..."

Ponto nº 7 -Temos de ter gente na estrutura que saiba o nome de todos os árbitros,que saiba como são decididas as subidas e descidas dos árbitros de 2a e 3a categoria.

Ponto nº 8 - Temos de ter gente na estrutura que faça ver aos árbitros de 2a e 3a categoria que o Benfica os ajudou a chegar à 1a Categoria.

Ponto nº 9 - Temos de ter gente na estrutura que segure pelo menos os árbitros de Lisboa.Não podemos ter Pedro Proença e Hugo Miguel, ambos de Lisboa, na mão do porto.INADMISSIVEL.

Ponto nº10 - Temos de ter uma politica de empréstimo que nos facilite nos jogos com algumas equipas.

Ponto nº 11 - Temos de ter empresários que metam jogadores em equipas a mando do Benfica.Não é por acaso que Claudemir do Nacional nunca joga contra o porto.

Penso que se conseguissemos cumprir com estes 11 pontos pelo menos chegávamos ao fim com os mesmo pontos que o porto.
Enquanto assim não for, podemos ter melhores jogadores, melhor treinador e melhores adeptos que haveremos de ganhar um campeonato de 10 em 10 anos.
Quem não perceber que para se ganhar em Portugal tem de se jogar desta maneira não vale a pena andar sequer no Futebol.

Sinceramente, o que me dá a entender é que para o Benfica isto não está assim tão mau.
Os adeptos até andam contentes, a equipa até joga bem...
Mas NÃO ESTÁ.
O BENFICA TEM DE GANHAR!!!
METAM ESTA MERDA NA CABEÇA DE UMA VEZ POR TODAS!!!!

Tirem-me deste filme

Então o Benfica agora anda a negociar jogadores com o Estoril?!

O mesmo Estoril que nos fodeu o campeonato?

O mesmo Estoril que foi à Luz carregado com milhares de euros do porto?

O mesmo Estoril que teve a promessa de se tirasse pontos ao Benfica ganharia o próximo jogo em casa contra o Beira Mar?

São estas atitudes da direcção do Benfica que por vezes me deixam de pé atrás sobre o que andam a fazer.

Se o Estoril tivesse fodido o campeonato ao porto, apostaria com quem quissese que para o ano desciam de divisão.

Mas isto é o porto, que gosta de ganhar.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CARREGA, ontem, hoje e SEMPRE!!!

Se o Benfica não renovar com Jorge Jesus será um erro histórico.
Será daqueles erros que demorará anos e anos a reparar.
O Benfica acaba de perder um Campeonato Nacional nos últimos segundos, mas eu infelizmente já vi o Benfica perder Campeoantos ainda antes da época começar.
Hoje estamos a caminhar a passos largos para ser o verdadeiro Benfica.
Não é fácil acabar com o Sistema que se instalou no... Futebol Português.
Não é fácil competir com um sistema onde o maior empresário do mundo, empresário do Cristiano Ronaldo está ao telefone com o presidente do porto a discutir um jogador do Fão porque este é sobrinho de um comissário da policia.
Não é fácil saber que há equipas que roubam pontos ao Benfica e que contra o porto não jogam com os melhores jogadores!
Não é nada fácil!!!
Mas o Benfica aos poucos está a chegar lá, esta época foi a todos os níveis excepcional.
Para os profetas da desgraça, para os que têm medo de perder, só têm uma saída, não serem do Benfica.
Só perde quem tenta ganhar!!!
E ser do Benfica é tentar ganhar SEMPRE!!!!
CARREGA, ontem, hoje e SEMPRE!!!